eram colocados acima de cada consoante. É chamada de simples por ter um número resumido de sinais, por exemplo, faltam sinais para representar o daguesh forte, o maqqef e o qamets e outros.
- Complexa à Este sistema foi o resultado da evolução do sistema simples, e além dos sinais habituais, o sistema complexo trouxe outros sinais com muitos detalhes e fonemas. Mesmo com seu grande número de sinais e fonemas formados a partir de consoantes, o sistema Babilônico ainda era incompleto e complexo demais para ser entendido, e talvez por causa disso tenha sido suplantado pelo sistema Tiberiense.
Sistema Palestino
Assim como o método Babilônico, os sinais vogais do sistema Palestino são usados acima e um pouco á esquerda das consoantes. Apesar de conter sinais para a maioria dos sons, este sistema não era usado com freqüência, ou, somente em casos para se evitar ambigüidade.
Sistema Tiberiense
Como podemos observar nos textos das edições atuais da Bíblia hebraica, o sistema Tiberiense é infralinear, ou seja, os sinais vocálicos são colocados acima, abaixo e ao lado das consoantes. Este sistema é o único usado hoje tanto no hebraico bíblico como no moderno. Uma particularidade deste sistema é que todas as comunidades judaicas aceitam-no, e com resultado não há divergências textuais.
Os massoretas acreditavam ter criado um sistema para fiel representação do hebraico, porém, estudiosos argumentam que estes sistemas massoréticos não refletem nenhum estágio do hebraico bíblico. Ainda outros acreditam que os sistemas remontam uma época dialetal, assim esses sinais não seriam mera representação, mas uma obra importante para o resgate da pronúncia do hebraico bíblico.
- Hebraico Moderno
Com o iluminismo europeu, o Hebraico Bíblico preencheu a necessidade dos literários, isso levou á uma enxurrada de material literário hebraico, dando assim, por contra-partida, uma aceleração no desenvolvimento sionista. E com o isolamento do hebraico devido ao pré-modernismo e o surgimento de nações que obviamente estão ligadas ás suas línguas de origens, os judeus foram beneficiados com a sua auto-preservação.
É neste estágio que reaparece o Hebraico, como língua oficializada do povo judeu, somando-se com a esperança da criação de um estado no oriente médio. Se o hebraico conseguisse permanecer até o surgimento deste esperado estado de Israel, judeus na Diáspora podiam ter uma forma de comunicação própria de origem, uma língua-pátria com a qual pudessem ser identificados.
Com o avanço das ciências, tecnologia e a imprensa, hoje, o hebraico bíblico é difundido na sua amplitude magna, tendo sido responsável por várias expressões antes desconhecidas. A cultura européia também foi fundamental para enobrecer o hebraico hoje falado por milhões, e esse intercâmbio fez-se necessário para a soma do que sabemos hoje á respeito de hebraico.
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