domingo

Todos os louvores e todos os belos adjetivos que expressam tudo o que é perfeito e divino pertencem a nosso Deus ( Allah ) Todo Poderoso, Criador dos seres vivos e das coisas inanimadas.

Ele quem estabeleceu a ordem das coisas e como estas devem ocorrer para um cumprimento maior.

Estar submisso ás ordens de Allah, o Deus Todo Poderoso e Originador da vida é uma necessidade que se esvaece com o passar dos anos. Muitos cientistas e estudiosos apenas repetiram o que a Bíblia e o Sagrado Alcorão citam a respeito do homem, de que este nasce bom, com inclinações que o leve a perceber que existe um Criador comum para todas as coisas que o rodeia, mas, que de alguma maneira o ser humano é corrompido pelo meio social em que ele vive.

Obviamente, quando se diz que o homem é corrompido pelo meio, quero citar que lhe é desviada a atenção para coisas mais supérfluas e menos divinas. Deste estágio é necessário um retorno á sua condição inicial, fato que chamo de “regressão”, ainda que muitos chamem de “conversão”.

Nosso cérebro é capaz de raciocinar, mentalizar, gravar, processar, lembrar e relembrar informações com uma velocidade inimaginável. Porém, para que isto ocorra de modo progressivo, nosso cérebro funciona com base em perguntas e respostas. Quando questionamos algo, nosso cérebro vasculha as informações armazenadas na nossa lembrança em busca de associações que facilitem nossa procura por uma resposta mais coerente.

Quando isso não acontece, ou seja, quando nosso cérebro recebe uma informação que não consegue associar com outra, ele aguarda que nossos sentidos “digam” através de reações traduzidas por sentimentos, se aquela informação deve ser guardada para uma futura associação ou simplesmente descartada.

Algo semelhante funciona quando nos deparamos com perguntas intrigantes como: “Quem é Deus?” “De onde eu vim e para onde vou?” “Quem criou todas as coisas e que provas eu tenho para acreditar nisso?”.

Se por via de teste, pegássemos um recém nascido e isolássemos numa ilha deserta sem o mínimo de contato com outros seres humanos, e, se na sua luta conseguisse sobreviver, cresceria sem língua própria, sem identidade, mas, certamente, um dia ele perguntaria: “De onde eu vim?”

Ao contrário deste recém nascido do exemplo, nós fomos criados com identidade que aprendemos a desenvolver com o nosso crescimento, e foi assim desde o início.
Uma vez que se reconhece essa origem, é fácil submeter-se á um Criador. Não á um deus instituído por algum humano, mas ao próprio Deus Todo Poderoso. E essa submissão é feita de coração, com total entrega, certo de que a soma das circunstâncias levarão o indivíduo á um alvo central que ele mesmo projetou.

Fazer o que é correto e justo parece ser nato do ser humano. Nos indignamos com injustiça, mas nosso senso de justiça é desvirtuado e norteado por nossos sentimentos, inclinações e valores de moral. Quando deixamos que isso seja baseado num código de leis que diz respeito á todos os aspectos de nossa vida, passamos a desejar conhecer leis e regras e não querer estabelecer nossas próprias.

Um exemplo de que o senso de justiça é nato, podemos ver no caso de José, registrado da Bíblia. Numa época em que não havia um código escrito para o povo hebreu, José mantinha-se fiel àquilo que ele achava ser direito. O mesmo acontece quando pensamos em Abraão. O relato diz que ele era justo, mas, que referencial temos para definir o grau de justiça e senso de direito de alguém que não possuía um conjunto de regras? Daí a teoria de que tal senso é nato ao ser humano. ( Gênesis 12:1-3; 39:7-9 )

A Bíblia e o Sagrado Alcorão compõem um conjunto de regras que poderíamos seguir para alcançar a unicidade de pensamento. Portanto, é necessário desprezar a tradição imposta paralelamente á esses escritos, visto que são opiniões pessoais, mesmo que de pessoas dignas e justas. Todas as coisas foram ditas na Bíblia e no Sagrado Alcorão, assim, tudo o que falamos agora em senso de justiça já compunha a jurisprudência antiga.

Cada sistema político tem seu conjunto de regras a serem seguidas, e seus cidadãos sentem-se seguros quando essas leis são aplicadas. O mesmo acontece com a Bíblia e o Sagrado Alcorão. Basear-se nesses escritos antigos não significa necessariamente que a pessoa deve fazer parte de uma igreja, propriamente dita. Seu conjunto de leis são facilmente traduzidos para nosso dia a dia, mesmo considerando o tempo em que foram compostas.

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